Ar condicionado para farmácia de manipulação
Farmácia de manipulação opera sob a RDC 67 da Anvisa — o sistema de climatização precisa controlar temperatura, umidade, pressão diferencial entre salas e filtragem do ar. A DYA projeta, instala e mantém climatização para farmácia magistral em São Paulo, com documentação para auditoria.

Farmácia de manipulação não é climatização comum
Uma farmácia magistral é, na prática, uma pequena indústria farmacêutica. A RDC 67 da Anvisa exige que o ambiente de manipulação tenha ar controlado em temperatura, umidade, vazão e qualidade. Um split residencial ligado numa sala genérica não atende — o órgão fiscaliza, o laudo de inspeção cobra e a licença depende disso.
O sistema certo resolve três coisas juntas: temperatura e umidade dentro da faixa para a estabilidade dos insumos, renovação de ar adequada à classe da sala, e pressão diferencial para manter contaminação fora das áreas críticas.
O que o projeto precisa entregar
- Temperatura estável (tipicamente 20–24°C) na sala de manipulação.
- Umidade controlada (normalmente 45–60%), ajustada conforme o insumo.
- Número de trocas de ar por hora compatível com a classe da sala.
- Pressão diferencial positiva ou negativa conforme o tipo de manipulação (estéril, citotóxico, sólido, líquido).
- Filtragem adequada — F7/F9 para áreas não estéreis, HEPA H13/H14 para estéreis.
- Documentação de entrega (as-built, memorial descritivo, qualificação) e rotina de manutenção.
Como a DYA executa
Começamos pelo projeto arquitetônico e pela lista de atividades: quais salas manipulam o quê, se há sólidos, líquidos, semi-sólidos ou estéreis. A partir daí dimensionamos:
- Central de ar (fan-coil ou splitão) com controle de temperatura e umidade.
- Caixa de filtragem com pré-filtro, filtro fino e, quando necessário, HEPA terminal.
- Dutos e difusores em material liso, lavável e compatível com ambientes controlados.
- Sistema de pressurização com retorno e exaustão dimensionados para manter diferencial.
A instalação inclui balanceamento, medição de vazão ponto a ponto e teste de pressão diferencial entre salas.
Monitoramento e registros
Anvisa espera registros — não promessas. Por isso o sistema entra com sensores de temperatura e umidade com datalogger, pressostato diferencial entre salas, e calendário de troca de filtros documentado. Em auditoria, o farmacêutico responsável apresenta a evidência direta.
Manutenção com rotina compatível com a vigilância
Mantemos contrato com farmácias magistrais em São Paulo com periodicidade mensal ou bimestral, incluindo:
- Limpeza e troca de pré-filtros e filtros finos.
- Verificação de pressão diferencial e vazão de insuflamento.
- Inspeção de HEPAs e teste de integridade quando aplicável.
- Higienização de serpentinas e bandejas conforme a NBR 14679.
- Relatório assinado, com data e técnico responsável.
A DYA projeta e mantém climatização de farmácias magistrais em toda São Paulo, Grande SP e ABC, com experiência em licenciamento Anvisa e vigilâncias municipais.
Onde atendemos
Regiões onde a DYA atende
São Paulo capital dividida por zona, Grande São Paulo e Litoral. A visita técnica é sem custo para qualquer bairro listado.
- Aclimação
- Bela Vista
- Bom Retiro
- Brás
- Cambuci
- Centro
- Consolação
- Glicério
- Higienópolis
- Liberdade
- Luz
- Pari
- República
- Santa Cecília
- Santa Efigênia
- Sé
- Vila Buarque
17 localidades cobertas em região central.
Perguntas frequentes
- Qual norma regulamenta climatização em farmácia de manipulação?
- A RDC 67/2007 da Anvisa define os requisitos para boas práticas de manipulação em farmácias. Em conjunto, aplicam-se a NBR 7256 (ar em estabelecimentos de saúde) e a NBR 16401. O projeto precisa garantir temperatura, umidade, número de trocas de ar por hora e pressão diferencial entre salas limpas e áreas adjacentes.
- A sala de manipulação precisa de pressão diferencial?
- Sim. Salas de manipulação de estéreis operam com pressão positiva em relação ao corredor, garantindo que o ar sai da sala limpa para fora, e não o contrário. Salas de manipulação de sólidos e líquidos não estéreis seguem pressão neutra ou levemente positiva. O projeto dimensiona vazão de insuflamento, exaustão e vedação para manter a diferencial contínua.
- Qual classe de filtro é necessária?
- Depende da sala. Áreas de manipulação de estéreis exigem filtragem absoluta HEPA (H13/H14) no ponto de insuflamento. Áreas não estéreis trabalham com filtros F7/F9 no mínimo. O projeto sempre define a classe de acordo com a sala ISO/ABNT equivalente — e prevê troca periódica documentada.
- A manutenção entra na auditoria da Anvisa?
- Sim. Manutenção, higienização, troca de filtros e monitoramento de temperatura/umidade precisam estar documentados e disponíveis para auditoria. A DYA entrega contrato com relatórios assinados e periodicidade compatível com as exigências sanitárias.
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